sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

Silêncio Geral: Governo Lula, Deputados Federais e STF recebem aumento de salário em meio a crise financeira.

 




Um decreto de 2022 igualou os salários de parlamentares e autoridades do Executivo aos dos ministros do STF. Desde então, presidente, vice, ministros de Estado e membros do Congresso Nacional passaram a receber o mesmo valor que os integrantes da Suprema Corte.

A partir de sábado, Lula, ministros do STF e parlamentares passarão a ganhar R$ 46,4 mil por mês. Você viu alguém da “nossa” direita criticando isso? Óbvio que não! No fundo, são todos iguais, dividindo os mesmos privilégios enquanto fingem rivalizar em público.

O reajuste de 2025 já estava previsto há três anos. A proposta, aprovada pelo Congresso em 2022, estabeleceu um aumento escalonado para os ministros do STF, elevando os salários de R$ 39,2 mil em 2022 para R$ 46,4 mil em 2025—um reajuste de 18%.

Mas o eleitor idólatra se recusa a enxergar essa enganação generalizada. Defende político como se fosse time de futebol e ainda ataca quem está indignado com essa farra. O idólatra ideológico protege seu político de estimação com tanta força que, num piscar de olhos, passa de trouxa a prostituta—vendendo sua dignidade por migalhas de ilusão.

Enquanto isso, a classe política, de esquerda e de direita, ri à toa com salários exorbitantes pagos com o seu dinheiro. Acordar para essa realidade dói, mas seguir sendo enganado é pior. Afinal, quem deveria lutar por você está ocupado garantindo o próprio luxo.


quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

Governo à Deriva e a Direita Passiva: Por que o Impeachment Une Aliados e Opositores Contra o PT...

 

Desde o retorno do Partido dos Trabalhadores (PT) ao poder em janeiro de 2023, a sucessão de escândalos e medidas impopulares não apenas desgastou a imagem do governo, mas também colocou em xeque sua capacidade de governar. Hoje, o impeachment não é apenas um desejo restrito à oposição tradicional, mas um tema que atravessa fronteiras partidárias, abrangendo aliados como o PSB do vice Geraldo Alckmin e o maior partido base, o União Brasil, que é visto como o maior pilar de sustentação do governo.

O descontentamento cresce à medida que se acumulam políticas que ferem diretamente o bolso e a confiança do cidadão. Entre as medidas mais impopulares, destacam-se:

A tentativa de aumento de impostos sobre combustíveis – Em meio a uma crise econômica global e um cenário de inflação, o governo tentou elevar a carga tributária sobre combustíveis. Tal medida foi amplamente criticada pela população, que já enfrenta uma alta carga tributária, e gerou tensão até mesmo entre os parlamentares da base governista.

O polêmico programa “Pé de Meia” – Com a recente suspensão de R$ 6 bilhões pelo Tribunal de Contas da União (TCU) devido à utilização irregular de fundos privados fora do Orçamento Geral da União, o governo enfrenta uma enxurrada de críticas e a ameça de interrupção de programas que afetam diretamente a vida de milhares de estudantes.

O fracasso do programa Minha Casa Verde e Amarela, reformulado em Mais Habitação – O que deveria ser uma expansão dos benefícios habitacionais transformou-se em um festival de promessas não cumpridas, com entregas de casas abaixo da meta estipulada e cortes orçamentários mascarados.

A tentativa de tarifar o Pix – Apesar de não oficializada, as discussões dentro do governo sobre a imposição de taxas sobre o Pix, uma ferramenta amplamente usada por brasileiros, causaram revolta e protestos, com a opinião pública se posicionando maciçamente contra a ideia.

Escândalos de corrupção em licitações – Denúncias de superfaturamento e favorecimento de empresas em contratos públicos envolvendo ministérios controlados por partidos aliados aumentam a percepção de que o governo reincide em práticas que marcaram os escândalos de suas gestões passadas.

Concessões desastrosas ao Congresso – Em troca de apoio parlamentar, o governo ampliou ainda mais o “orçamento secreto”, expondo sua fragilidade e entregando o controle de verbas bilionárias a líderes de partidos com práticas fisiológicas.

Essa soma de erros coloca o governo em uma posição vulnerável. Nem mesmo seus aliados tradicionais demonstram entusiasmo em defendê-lo. O PSB, partido de Geraldo Alckmin, e o União Brasil, apontado como um dos maiores aliados no Congresso, já dão sinais de desconforto com a condução do país. Afinal, quem estaria disposto a naufragar junto com o PT mais uma vez? O desgaste é tão amplo que, paradoxalmente, a ideia de impeachment não encontra uma oposição significativa. Nenhum partido deseja arcar com o ônus de ser lembrado como aquele que ajudou a perpetuar uma gestão marcada por erros, escândalos e descontentamento popular.

A questão não é mais se o impeachment é possível, mas quando o Congresso terá coragem de admiti-lo publicamente. Porque, neste ritmo, continuar ao lado do governo é optar por abraçar o naufrágio. E ninguém parece disposto a repetir o pesadelo de afundar junto com o PT. Até porque as eleições de 2026, batem na porta de todos os gabinetes de Brasília.
Por Daniel Camilo


Fórmula do Sucesso: Dilma foi impeachmada com apenas 7 protestos...

 

Já parou para pensar como é fácil afastar um governo? O impeachment de Dilma
Rousseff, em 2016, provou que a força popular é capaz de transformar o cenário
político. Sem grandes lideranças políticas ou a presença de Jair Bolsonaro à frente
das mobilizações, bastaram apenas 7 protestos organizados para mudar o curso do
país.

● 15 de março de 2015: Entre 2,4 milhões e 3 milhões de pessoas foram às
ruas, iniciando uma onda histórica de manifestações.

● 12 de abril de 2015: A pressão continuou, reunindo de 701 mil a 1,5 milhão de
manifestantes.

● 16 de agosto de 2015: Novamente, o Brasil se mobilizou, com entre 879 mil e
2 milhões de pessoas participando.

● 13 de dezembro de 2015: Mesmo em menor escala, os protestos reuniram de
83 mil a 407 mil brasileiros.

● 13 de março de 2016: Este foi o maior ato político já registrado no país, com
números impressionantes entre 3,6 milhões e 6,9 milhões de pessoas.

● 17 de abril de 2016: Durante a votação do impeachment na Câmara dos
Deputados, as ruas acolheram entre 318 mil e 1,3 milhão de manifestantes.

● 31 de julho de 2016: Os atos finais mobilizaram de 44 mil a 151 mil pessoas,
encerrando o ciclo de mobilizações.


Com apenas 7 protestos, os brasileiros conseguiram mudar o rumo da nação,
culminando na remoção de Dilma Rousseff do cargo. Esse feito histórico prova o
poder da mobilização popular em provocar mudanças significativas.

Agora, olhe para o cenário atual. É lamentável ver pessoas jogando a
responsabilidade para terceiros, implorando por interferências externas, enquanto
deveriam buscar soluções por conta própria. 

Não se trata de esperar por um salvador ou se tornar motivo de piada internacional.
Sim, Bolsonaro, estou falando com você.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Empossado! E Agora? O Que o Mundo e o Brasil Podem Esperar de Donald Trump?


A posse do novo presidente dos Estados Unidos é um dia histórico, não só para a política e geopolítica mundial, mas principalmente para Donald Trump. O momento representa não apenas sua vitória na campanha presidencial, mas também a vitória pessoal de um homem que proclama aos quatro cantos do mundo que o americano supera qualquer obstáculo, seja interno ou externo. É uma rejeição à influência externa e a confirmação de uma era de protecionismo tanto cultural quanto econômico.


A posse do novo presidente dos Estados Unidos é um dia histórico, não só para a política e geopolítica mundial, mas principalmente para Donald Trump. O momento representa não apenas sua vitória na campanha presidencial, mas também a vitória pessoal de um homem que proclama aos quatro cantos do mundo que o americano supera qualquer obstáculo, seja interno ou externo. É uma rejeição à influência externa e a confirmação de uma era de protecionismo tanto cultural quanto econômico.


O retorno de Donald Trump escancara o simbolismo do estilo de vida americano, que deve ser preservado e valorizado novamente. É, antes de tudo, um recado a todas as nações de que os Estados Unidos da América iniciarão um processo jamais visto e, através de Donald Trump, colocarão em prática o lema de sua campanha presidencial: “Make America Great Again”, que significa literalmente “Fazer a América Grande Novamente”.


Eu não sei se você, leitor, tem essa mesma visão deste jornalista, cientista político e estudante de direito, que relata em formato de matéria um extenso estudo não só da política internacional, mas também da geopolítica que envolve os principais conflitos militares atuais e o histórico do relacionamento dos 7 últimos presidentes do Partido Republicano dos Estados Unidos, incluindo Donald Trump.


Relação do Brasil com Governos Conservadores Estadunidenses
Conclusão


Desde a fundação dos EUA, o país já foi governado por 19 presidentes republicanos, que foram: Abraham Lincoln, Ulysses S. Grant, Rutherford B. Hayes, James A. Garfield, Chester A. Arthur, Benjamin Harrison, William McKinley, Theodore Roosevelt, William Howard Taft, Warren G. Harding, Calvin Coolidge, Herbert Hoover, Dwight D. Eisenhower, Richard Nixon, Gerald Ford, Ronald Reagan, George H. W. Bush, George W. Bush e Donald Trump.

Desses, os que têm maiores registros de relacionamento com o Brasil, seja por participação na política econômica, geopolítica, parceria de colaboração militar, fornecimento de material bélico, treinamento, críticas e até ameaças, foram:

Theodore Roosevelt: Visitou o Brasil em 1913-1914 e participou da Expedição Científica Roosevelt-Rondon, explorando a região amazônica.

Dwight D. Eisenhower: Visitou o Brasil em 1960, fortalecendo os laços diplomáticos e econômicos entre os dois países.

Richard Nixon: Durante seu mandato, houve cooperação em áreas como comércio e investimentos, apesar de algumas tensões políticas.

Ronald Reagan: Apoiou a redemocratização do Brasil e promoveu políticas de livre mercado que influenciaram a economia brasileira.

George H. W. Bush: Manteve uma relação estável com o Brasil, apoiando a transição democrática e cooperando em questões econômicas e ambientais.

George W. Bush: Focou na cooperação em biocombustíveis e tentou promover a Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), embora com resistência do Brasil.

Donald Trump: Teve uma relação marcada por tensões comerciais e críticas às políticas ambientais do Brasil.


Sim, é isso mesmo! Entre os presidentes republicanos dos Estados Unidos, Donald Trump foi o que mais fez críticas ao Brasil. Durante seu mandato, Trump criticou o Brasil, que era governado pelo ex-presidente Bolsonaro (2019-2023), em várias ocasiões, especialmente em relação a questões comerciais e ambientais. Ele ameaçou aumentar tarifas sobre produtos brasileiros e expressou insatisfação com as políticas ambientais do Brasil.

No comércio: Em 2019, Trump anunciou a intenção de restabelecer tarifas sobre o aço e o alumínio brasileiros, alegando que o Brasil estava desvalorizando sua moeda, o que prejudicava os agricultores americanos.

Meio Ambiente: Também em 2019, Trump criticou a gestão ambiental do Brasil, especialmente em relação aos incêndios na Amazônia. Ele expressou preocupação com a destruição da floresta tropical e sugeriu que o Brasil não estava fazendo o suficiente para proteger o meio ambiente.

Política Econômica: Em 2020, Trump ameaçou impor tarifas adicionais sobre produtos brasileiros, como resposta às políticas econômicas do Brasil que ele considerava desfavoráveis aos interesses americanos.


Complexo de Vira-Latas!

As críticas de Donald Trump ao Brasil ocorreram tanto antes quanto depois da visita de Jair Bolsonaro aos Estados Unidos. Bolsonaro visitou os EUA em março de 2019, onde se encontrou com Trump e discutiu várias questões bilaterais. Os dois chefes de estado também se encontraram na Assembleia Geral da ONU em setembro de 2019, quando Jair Bolsonaro brincou dizendo "I love you" para Donald Trump. 

Após o discurso de Bolsonaro e antes do discurso de Trump, os dois se cumprimentaram brevemente, e Bolsonaro fez essa declaração. Trump respondeu com um "nice to see you again" ("bom te ver de novo").


Bronca de Olavo de Carvalho

Essa admiração foi vista como ‘vassalagem’ do brasileiro e fez com que Olavo de Carvalho criticasse Jair Bolsonaro por sua postura em relação a Donald Trump. Olavo considerava que Bolsonaro estava exagerando na sua admiração pelo presidente americano e que isso poderia ser prejudicial para o Brasil. Ele expressou sua insatisfação com a forma como Bolsonaro lidava com a relação com os Estados Unidos, especialmente em momentos em que Trump fazia críticas ao Brasil.

Vale lembrar também que, mesmo sabendo que o ex-presidente brasileiro enfrentava a perseguição da mídia mundial de esquerda, Trump continuou corroborando com a crítica mundial dos ambientalistas, que intensificaram as alegações sobre as queimadas na maior floresta do mundo. 

Contudo, o americano voltou a ameaçar o Brasil em 2020, com promessas de dificultar a entrada dos produtos brasileiros através de maiores tarifas, uma clara demonstração prática do protecionismo econômico estadunidense.

“Apesar da aparente grande amizade entre as famílias Bolsonaro e Trump, fica muito nítido que ‘a América do Norte sempre será em primeiro lugar, amizades à parte. E quem é mesmo o povo brasileiro?” - Daniel Camilo


Intermediação da Paz entre Israel x Hamas

Mesmo antes da posse do seu segundo mandato, Donald Trump foi reconhecido como um dos principais responsáveis pelo que ainda é considerado um ‘frágil e delicado’ cessar-fogo entre Hamas e Israel, que foi estabelecido em três fases. O acordo inclui a liberação de reféns, tanto cidadãos quanto soldados israelenses, por parte do grupo terrorista Hamas, e a soltura de 1.000 presos, entre eles civis e terroristas palestinos, por parte de Israel. 

Os terroristas que participaram da ação de carnificina do dia 7 de outubro de 2023 não estão inclusos no acordo. Nesse dia, simpatizantes e membros do grupo terrorista Hamas invadiram, sequestraram e mataram mais de 1.000 pessoas em Israel, incluindo bebês, crianças, jovens, homens, mulheres e idosos. Mais de 300 soldados foram mortos e outras 251 pessoas foram feitas reféns. 

Desde então, Israel utilizou seu direito de retaliação para perseguir e punir o grupo terrorista, que também é financiado por outro arquirrival tanto de Israel quanto dos Estados Unidos. A ação de Israel praticamente dizimou não só o grupo terrorista, como também a cidade de Gaza e milhares de civis palestinos.


Trump na Mediação de Paz entre Rússia x Ucrânia 

Em dezembro de 2024, a equipe do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou uma proposta de paz para o conflito entre a Rússia e a Ucrânia. Essa proposta incluía a exigência de que a Ucrânia reconhecesse a perda de territórios já ocupados pela Rússia, além de adiar sua adesão à OTAN por 20 anos e aceitar a presença de forças de paz europeias em seu território.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, rejeitou a proposta, afirmando que Moscou não concordava com os termos apresentados.

Em resposta à posse de Trump, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy expressou otimismo em alcançar uma paz justa na Ucrânia, destacando a importância de relações fortes entre os EUA e a Ucrânia.

Por sua vez, o presidente russo Vladimir Putin declarou estar aberto ao diálogo com Trump para alcançar uma paz duradoura, enfatizando a necessidade de respeitar os interesses legítimos da Rússia.


‘Tiro no Pé’ dos EUA e do Mundo Livre

Fica mais que claro que, apesar de Donald Trump desejar ser o ‘bastião’ da paz mundial, neste caso, ele privilegia as exigências do país invasor, concordando que a Ucrânia perca cerca de 20% do seu território para a Rússia. Mas é aqui que mora o maior perigo, pois ao influenciar para que esse acordo seja concretizado, o maior vencedor será justamente os maiores arquirrivais dos próprios americanos e do mundo livre.

Desde o início do conflito Rússia x Ucrânia em 2014 com a invasão da região da Crimeia, a China se posicionou ao lado da Rússia formando o ‘eixo do mal’ pós-Guerra Fria. Atualmente, os maiores financiadores e parceiros tanto comerciais quanto bélicos e ideológicos são Bielorrússia, China, Coreia do Norte, Cazaquistão, Irã e Venezuela. Agora, com o fortalecimento e a expansão do BRICS, onde o Brasil faz parte, uma possível ‘vitória’ da Rússia no conflito com a Ucrânia significaria um avanço do comunismo e do autoritarismo no mundo ocidental.

Em resumo, qualquer tipo de acordo que venha beneficiar a Rússia é fortalecer a maior máquina comunista do planeta: a China. E como ficaria a situação da própria pequena Taiwan? Já que para Donald Trump, o que importa é os Estados Unidos saírem bem na foto e garantirem o protagonismo e a hegemonia econômica no mundo.


Deportação em Massa é Certa! E Isso Pode Melhorar ou Piorar a Vida do Americano

Tirando tudo isso, olhando para dentro dos Estados Unidos, o que se percebe é que toda ação e participação para a “paz mundial” só beneficiará quem reside dentro dos Estados Unidos da América do Norte.

Trump deseja deportar cerca de 1 milhão de imigrantes ilegais só neste ano de 2025, e isso pode incluir até a participação da própria Guarda Nacional e do Exército americano, uma estratégia que já foi cogitada por ele. Vale ressaltar que pelo menos 230 mil brasileiros vivem de forma informal no país do norte.


Isso inclui os locais que são chamados de jurisdições santuário, que são os estados que são tolerantes aos ilegais, fazendo disso uma das maiores fontes de receitas e de mão de obra para a economia local. Exemplos incluem os estados da Califórnia, Colorado, Connecticut, Illinois, Massachusetts, Nova Jersey, Novo México, Nova York, Oregon, Vermont e Washington. 

Na maioria dessas unidades federativas, o imigrante ilegal consegue o direito a uma "driver's license", que é a CNH americana. Uma carteira de motorista ("driver's license") nos Estados Unidos oferece uma série de benefícios, serviços e direitos, como: identidade oficial, financiamento de carro, aluguel de veículo, viagens domésticas, doação de órgãos e, como direitos, o imigrante ilegal pode conduzir veículos, ter prova de residência oficial e acesso a serviços de emergência.


Recuperação Resgate do Sub Emprego Formal e Informal Americano

Na prática, o imigrante ilegal nos estados santuários não é um "ilegal" com "I" maiúsculo e está longe de ser considerado um criminoso. Por isso, a política anti-migratória e anti-imigrante ilegal é vista como uma recuperação dos postos de trabalho no mercado americano. Hoje, muitos nativos reclamam da falta de serviços e ocupações que antes eram deixados exclusivamente para os imigrantes legais e ilegais ocuparem, já que, para o cidadão americano, o subemprego era descartado e considerado até mesmo como indigno.

Por um lado, é o certo a se fazer, mas, no entanto, é mais uma prova de superproteção doméstica, que excluirá quem mais contribuiu com a hegemonia americana no planeta. Os imigrantes são a base da economia e do desenvolvimento americano, até porque a colonização dos Estados Unidos envolveu diversas nacionalidades e culturas, como: Ingleses, Espanhóis, Franceses,Holandeses e Suecos.

Centenas de anos mais tarde, após a Guerra Civil que culminou no fim da escravidão até o pós-Guerra, os Estados Unidos também receberam milhões de outros imigrantes para constituir o país, como: irlandeses, alemães, italianos, chineses, judeus da Europa Oriental, escandinavos e mexicanos, incluindo centenas de milhares de descendentes de escravos africanos que permaneceram no país após o fim da terrível prática da exploração da mão de obra desumana.

Além disso, os imigrantes e seus descendentes sempre estiveram presentes desde os serviços mais básicos no comércio, nos serviços domésticos e de manutenção em geral até mesmo nas Forças Armadas dos Estados Unidos.


Brasil: Quanto Pior, Melhor Para os EUA ou Qualquer Outra Potência

Para você que acredita que o novo presidente dos EUA vai interferir em alguma coisa no Brasil no tocante às repressões e ao autoritarismo da Suprema Corte e do governo federal, sinto muito lhe dizer, mas, levando em consideração a Venezuela, pode-se dizer que os americanos já aprenderam a lição aqui na América Latina e pouco ou quase nada irão interferir na nossa soberania.

Se você se contenta com o cancelamento do visto do Ministro Alexandre de Moraes, saiba também que isso poderá não acontecer. Muitos acordos unilaterais e bilaterais, direta ou indiretamente, passam pelo crivo da justiça brasileira, especialmente no mercado privado. 

Por exemplo, a Starlink, o “X” (antigo Twitter) e a maioria das big techs e outras empresas de relevância mundial são americanas e prestam serviços aqui em nosso país. Talvez você se lembre do episódio envolvendo Elon Musk e o próprio ministro do STF. E como terminou o braço de ferro? Sim, Elon teve que ceder e pagar milhões em multas. Ponto final!


Parceria Histórica e Prioridade na Balança Comercial

Vale lembrar que a parceria com o Brasil é histórica e tem mais de 200 anos, além da balança comercial que é ótima. Quanto mais o dólar aumenta, mais é vantajoso para os Estados Unidos manter a parceria, independente da ideologia vigente dos governos brasileiros. Os EUA são o segundo maior parceiro comercial do Brasil e da América Latina, perdendo o posto de primeiro recentemente para a China. 

Qualquer interferência em nossa ‘soberania’ faria com que o governo, que já é de esquerda, certamente privilegiasse ainda mais os chineses, e isso é algo que os americanos não querem que aconteça. Pelo contrário, quanto melhor o relacionamento, melhor; caso contrário, a China, que já é grande, ficará ainda maior.

A política externa dos EUA tende a ser pragmática, focando em interesses econômicos e estratégicos. Portanto, é provável que o governo americano continue priorizando a estabilidade das relações comerciais e diplomáticas com o Brasil, mesmo diante de questões internas do país. A influência crescente da China na América Latina é uma preocupação significativa para os EUA, que buscarão manter sua presença e influência na região para contrabalançar o poder chinês.


Trump e Venezuela é o maior exemplo que nada mudará no Brasil

Durante o primeiro mandato de Donald Trump (2017-2021), sua relação com a Venezuela foi marcada por uma política de "máxima pressão" contra o regime de Nicolás Maduro. Trump impôs sanções econômicas severas e apoiou o líder da oposição, Juan Guaidó, reconhecendo-o como o presidente legítimo da Venezuela. Ele também insinuou a possibilidade de uma intervenção militar, embora essa opção nunca tenha saído do discurso. 

No entanto, essa estratégia falhou em derrubar Maduro, que permaneceu firme no poder. A política de Trump foi amplamente criticada por não alcançar seus objetivos e por intensificar a crise humanitária no país.

Agora, no seu segundo mandato, é evidente que Trump busca estreitar os laços comerciais com Caracas, deixando de lado os "problemas internos" da Venezuela e priorizando acordos que beneficiam empresas norte-americanas. Isso, claro, atende aos interesses de alguns dos principais doadores de sua campanha. Afinal, os americanos voltaram a comprar fortemente o petróleo venezuelano e ampliaram seu apetite para explorar outros recursos naturais sob o domínio do ditador Nicolás Maduro.

Outro fato que expõe o pouco interesse de Trump em interferir foi o caso de Edmundo González, o presidente eleito da Venezuela, que acabou resgatado e exilado na Espanha após as eleições de 2024. Nem Joe Biden antes, nem Trump agora, mostram qualquer intenção de mudar essa política de não intervenção. Essa abordagem, aparentemente, é fundamental para os planos de reestabelecer a hegemonia econômica dos EUA, especialmente diante do avanço de potências como a China.

Não se iluda, caro leitor apaixonado pela família Bolsonaro: Trump não será o salvador dos nossos problemas. Na verdade, se depender de qualquer potência — seja americana, europeia ou oriental — o Brasil continuará na confortável posição de "celeiro do mundo". Nossa missão? Alimentar quem tem fome e abrigar quem não tem nada a oferecer ao país. Acorda e deixa de ser ingênuo, seu abexxxtado! Por Daniel Camilo


Maior ‘Congresso Conservador’ da História Finge Cegueira na Chance do Impeachment

 

O autointitulado "maior congresso conservador da história" reuniu figuras da direita que se dizem comprometidas com os valores conservadores e a salvação da nação. Apesar disso, o compromisso com ações concretas diante da crise política que ameaça o Brasil permanece ausente. A oportunidade de impeachment, escancarada pela insatisfação popular e pela sequência de escândalos envolvendo o governo petista, está sendo ignorada. Medo, desinteresse ou cálculo político mantém o povo, mais uma vez, à mercê de discursos vazios.

A população brasileira demonstra de forma clara que está pronta para mudar os rumos do país. Não são apenas 315 milhões de visualizações em um vídeo de um jovem deputado que provam isso; são as conversas nas ruas, os desabafos nas redes sociais e o desespero de quem não aguenta mais pagar caro por alimentos, combustíveis e serviços básicos. Enquanto o povo manifesta sua insatisfação, aqueles que deveriam liderar permanecem inertes, transferindo a responsabilidade para as massas.

A Cegueira Conveniente ou Fingindo de Doido para Sobreviver


Nos eventos e discursos grandiosos, as lideranças da direita conseguem mobilizar multidões. Contudo, na hora de transformar essa mobilização em algo concreto, como o impeachment, prevalece um silêncio ensurdecedor. A obrigação de liderar a nação rumo à justiça e à liberdade é daqueles que foram contratados pela direita para esse papel, mas a omissão é evidente.

Sim, a obrigação é do povo, mas sabemos bem que o poder de convocação está nas mídias sociais das estrelas da "direita". É fácil utilizar a retórica; o difícil é brincar de 'batata quente' com uma granada. O silêncio estratégico e as omissões calculadas de quem deveria liderar são um insulto a um povo que está disposto a lutar, mas precisa de direção. No Congresso Conservador, as mesmas figuras que lotam auditórios com frases de efeito ignoram que o momento político atual oferece uma oportunidade única.

A insatisfação popular atinge o auge, a economia despenca e a governabilidade do PT está mais fragilizada do que nunca. Ainda assim, não há uma movimentação estratégica, organizada e com objetivo claro de salvar o Brasil de um colapso anunciado.

7 de Setembro da Covardia


A frustração do 7 de setembro "fake" ainda ecoa entre os brasileiros. Milhões tomaram as ruas acreditando que veriam uma mudança real, apenas para testemunharem acordos nos bastidores e discursos mornos. Aquele momento exigia liderança e ação, mas resultou no adiamento de pautas urgentes e na entrega do movimento conservador à narrativa da “não vamos provocar”. Aquele instante tinha tudo para fazer justiça: as revelações de Elon Musk ao vazar as conversas de assistentes do Ministro do STF, o "X" censurado e fora do ar, mas o que se ouviu das lideranças foram ordens para o governador de São Paulo utilizar a força estatal para silenciar as vozes mais combativas da mobilização. Hipocrisia pura!

A Hora é Agora!


Não há mais espaço para indecisão. O que está em jogo é o futuro de uma nação à beira de um colapso econômico, político e social. As lideranças conservadoras precisam entender que esta pode ser a última oportunidade de corrigir o rumo do país. O impeachment é mais do que uma medida política; é uma resposta à insatisfação de milhões de brasileiros que já não confiam no sistema e exigem mudanças reais.

Liderar exige mobilização, organização e ação imediata. O momento de salvar o Brasil é agora, e a responsabilidade está nas mãos daqueles que têm poder para fazer isso acontecer. A omissão será lembrada como mais um capítulo de traição à nação e aos valores que juraram defender.

domingo, 19 de janeiro de 2025

A Cegueria do Bolsonaro: 315 Milhões de Visualizações é a Prova de Que o Povo Está Pronto!

 


Pense comigo: se você estivesse com a corda no pescoço, ameaçado de perder sua liberdade, enquanto uma oportunidade quase divina de derrubar seu maior adversário político caísse bem no seu colo, o que você faria? A pergunta é provocativa, mas também inescapável. Porque não

fazer nada, em uma situação dessas, é basicamente assinar a própria condenação.


Agora, troque a perspectiva e olhe para Jair Bolsonaro. Depois de passar anos como “a última linha de defesa” contra o avanço do autoritarismo e da esquerda, ele se encontra diante de um momento que pode definir não apenas seu futuro, mas o da nação inteira. 


O vídeo de Nikolas Ferreira — ultrapassando 300 milhões de visualizações — não é apenas um sucesso viral. É o grito de um povo que está pronto para lutar, esperando apenas um chamado claro de liderança.


No entanto, será que Bolsonaro vai interpretar esse momento como um sinal de Deus, ou vai seguir “cego” — ou pior, fingindo cegueira? A mensagem do vídeo não poderia ser mais clara. O povo brasileiro, especialmente os conservadores, estão cansados da inércia. Querem ação, querem liderança, querem ver aqueles que elegeram colocando a cara a tapa e enfrentando os abusos que têm sido impostos pela “supremacia” de toga e pelas alianças espúrias no Congresso Nacional.


Mas o que Bolsonaro tem feito? A pergunta ecoa não só entre seus aliados mais fervorosos, mas também entre os eleitores que acreditaram em seu discurso de coragem. O vídeo do Nikolas, com sua dimensão avassaladora, escancarou a realidade: o Brasil está pronto. Pronto para retomar o controle do seu destino, pronto para sair às ruas em massa, como na época do impeachment de Dilma.


Se Bolsonaro não entender isso, será a comprovação de que o homem que prometeu salvar o Brasil está mais preocupado em salvar a própria pele. E não é apenas sobre ele. É sobre toda a classe política que prefere se esconder atrás de discursos e das redes sociais, enquanto o povo enfrenta o peso da crise econômica, do desemprego e de uma justiça seletiva que decide os rumos do país conforme interesses políticos.


Bolsonaro tem uma escolha diante de si. Ou ele assume o papel de liderança que o Brasil precisa neste momento, ou se junta à longa lista de políticos que decepcionaram aqueles que os colocaram no poder. Mas aqui vai o recado claro: o Brasil não aguenta mais essa postura de “acomodado”. Se a chance de derrubar um adversário e salvar o país está diante de você, qualquer hesitação é sinônimo de fracasso. E, no fim, a história não lembra de quem assistiu, mas de quem agiu.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Vídeo do Deputado Nikolas Ferreira, derruba tentativa de patrulha da Receita Federal!

 


Após a repercussão do vídeo do Deputado Nikolas Ferreira criticando as novas regras da Receita Federal, Lula é obrigado a recuar do monitoramento bancário via PIX e cartão de crédito. Esse episódio é mais um dos sucessivos desastres do Ministro da Economia, Fernando Haddad, que acaba de colocar em 'xeque' a continuidade do governo petista. Agora, mais enfraquecido e desacreditado dentro da sua própria 'massa de manobra', a equipe do governo 'acende' o alerta para o que muitos veem como uma oportunidade para o início de um movimento popular para afastar o atual presidente.

O cenário atual é propício para o impeachment do governo petista. Contudo, isso só será possível se as lideranças das forças opositoras convocarem a população de forma direta, sem rodeios, colocando a cara a tapa nos protestos populares, repetindo o movimento que consolidou o “Fora Dilma”. E o momento é agora!

Vivemos uma época em que mais dói no bolso de quem trabalha e nada recebe em contrapartida. Pelo contrário, os alimentos, os combustíveis, o transporte público e outros itens de necessidade básica estão extremamente caros, quase impossíveis de serem custeados. Chegamos a um ponto em que a população e a classe trabalhadora não se importam mais com bandeiras ideológicas. O objetivo é um só: mudança e troca de governo.

Com a política econômica e financeira atual, a população não aguenta mais seis meses antes de um colapso social generalizado. E, se de fato chegarmos a esse ponto, o Brasil poderá atingir um estado irreversível. Será a verdadeira “Era Sarney”, onde, como na Venezuela, o povo, sem renda e com uma moeda hiper desvalorizada, precisa de 108 salários venezuelanos, ou 523 dólares, para comprar uma cesta básica. Isso equivale a 3 mil reais.


Vale lembrar que o impeachment de Dilma Rousseff não foi fácil. Foram quase dois anos de protestos ininterruptos para convencer o Congresso e a Suprema Corte de que a população, sem lado ideológico definido, clamava por mudanças.


Os protestos contra o governo Dilma começaram em 2015, com grandes manifestações em 15 de março, 12 de abril, 16 de agosto e 13 de dezembro daquele ano. As manifestações foram impulsionadas por uma combinação de crise política e econômica, escândalos de corrupção, como a Operação Lava Jato, e o descontentamento generalizado com o governo.


Hoje, os motivos que justificam novos protestos são iguais ou até mais graves. A população clama por reformas na política financeira, pelo fim dos supersalários e dos gastos desenfreados do governo federal, incluindo as regalias do cartão corporativo que sustentam os luxos da atual primeira-dama. E agora, a tentativa da receita federal que via PIX e cartão de crédito, quase impõe uma arrecadação de tributos feroz, simplesmente, porque o governo não tem capacidade de cortar na própria carne.  


Motivos não faltam para derrubar o PT do poder. O que falta agora é mais ação e menos videozinho na internet. O papel da liderança eleita é justamente esse: convocar e colocar estrutura na rua para que os protestos atraiam a população em geral. As mesmas estruturas dos dias 7 de setembro. Ou você, que foi eleito, está esperando que pessoas comuns assumam o seu papel de obrigação? Você quer mudar o país ou quer apenas manutenção eleitoral para o seu mandato?

Convoquem a população! O povo tá sem dinheiro e sem o que fazer! A sociedade está pronta e o feriado do carnaval é a data perfeita para o primeiro protesto contra as Regalias da Classe Política, o Alto Custo de Vida da População e a atual Política Financeira e Econômica do Governo. Só não participa quem tem medo de perder mandato ou não se tornar elegível novamente.


quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

O Anticomunismo de Nelson Rodrigues e o Paradoxo da Direita Brasileira!

 

Da esquerda para a direita, o deputado Nikolas Ferreira, o ex-ministro Gilson Machado, o deputado e filho do ex-ministro, Gilson Machado Guimarães, e o ex-ministro dos governos Lula e Dilma, o comunista Aldo Rebelo.

  "Eu sou um anticomunista que se declara anticomunista. Geralmente, o anticomunista diz que não é. Mas eu sou e confesso. E por quê? Porque a experiência comunista inventou a antipessoa, o anti-homem."

Nelson Rodrigues, jornalista, dramaturgo, contista e crítico, foi um anticomunista puro, que expressava suas opiniões sem medo em sua coluna no jornal O Globo. Suas críticas inspiraram personalidades como Carlos Lacerda, Olavo de Carvalho e o maior dos brasileiros, Enéas Carneiro. Nelson Rodrigues era tão visceral em seu anticomunismo que afirmava: "A liberdade é mais importante do que o pão", exaltando que a dignidade humana está acima até mesmo das necessidades básicas.

"Para o comunista, o que nós chamamos de dignidade é um preconceito burguês. Para o comunista, o pequeno burguês é um idiota absoluto justamente porque tem escrúpulos."
"O Marx é uma besta."

Mas de que vale tudo isso quando você, agora, exalta e lambe as botas de Aldo Rebelo, simplesmente porque ele diz ser um "nacionalista"? Um caricato mendigando a audiência do conservadorismo de direita.

Só os mais alienados acreditam na narrativa de que esse alinhamento com dissidentes da esquerda é parte de uma "estratégia". Estratégia de quê, senhores? Aldo Rebelo serviu aos propósitos do PT e da esquerda por décadas. Filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro em 1985 e permaneceu até 2017, ocupando cargos de destaque nos governos Lula e Dilma. Foram quatro ministérios, e, como deputado, Aldo votou em todas as pautas do homem que hoje te persegue e te mata de fome.

Aldo Rebelo é a ponte e o elo entre essa falsa direita e o sistema, especialmente com o governo petista. A missão do comunista é clara: infiltrar, seduzir e recrutar para dar continuidade ao projeto de poder progressista-marxista.

Aos poucos, estão admitindo que "tanto faz", que a luta não era o que imaginávamos e que é melhor se render e conviver com o inimigo para evitar perseguições.

E a justificativa? São apenas narrativas repetidas para alimentar a massa de manobra "conservadora" e manter o eleitorado sob controle. Contudo, essa é a maior demonstração de traição e politicagem barata. Estamos sendo usados.

Pela primeira vez, a falsa direita expõe a verdade. E o recado é cristalino: na política, todos são iguais, e os políticos só pensam em seus projetos de poder individuais.

E, lá em 1964, Nelson Rodrigues já alertava: "O brasileiro não está preparado para ser o maior do mundo em coisa nenhuma."