segunda-feira, 20 de abril de 2020

VIOLÊNCIA JUVENIL... SÓ PARA MAIORES?

Diante dos alarmantes índices de violência na sociedade brasileira, cresce a busca por soluções e alternativas jurídicas para combater um problema que, a cada dia, escancara a insuficiência de mecanismos na legislação e no sistema de justiça do país.

Entre as pautas mais polêmicas dessa discussão está a redução da maioridade penal. Segundo especialistas e o consenso da maioria da população, a redução da maioridade penal aparece como uma das opções mais debatidas para tentar conter a escalada da violência.

No que diz respeito aos assassinatos, os números impressionam: em pouco mais de 30 anos, mais de 1 milhão de pessoas foram mortas por arma de fogo no Brasil, sendo que 64% desses crimes foram cometidos por jovens a partir dos 15 anos.

A Constituição Federal, no artigo 228, estabelece que “são penalmente inimputáveis os menores de 18 anos, sujeitos às normas da legislação especial”. No entanto, pensar que apenas a alteração do Código Penal resolverá esse problema é uma visão simplista e, no mínimo, ingênua.

O aumento da violência não ocorre apenas porque jovens acreditam que não serão punidos antes de atingirem a maioridade penal. Para que qualquer medida tenha efeito, é necessário atacar as causas profundas do problema.

Antes de tudo, é preciso preencher lacunas históricas. A falta de investimentos em educação, moradia e projetos sociais está diretamente associada à perpetuação da violência, muito mais do que qualquer urgência em reformar o Código Penal.

Enquanto nossos governantes, autoridades e movimentos da sociedade civil não priorizarem a base da estrutura familiar e os direitos fundamentais, a redução da maioridade penal será uma discussão vazia. No momento, tratar desse tema sem resolver o contexto que o envolve é, no máximo, tapar o sol com a peneira.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

O amor e o nosso comportamento


                                                                               





A teoria triangular do amor é uma teoria do amor desenvolvida pelo psicólogo Robert Sternberg. No contexto das relações interpessoais, "os três componentes do amor, de acordo com a teoria triangular, são a intimidade, paixão e compromisso".

Baseado nesses três elementos básicos para construção desse sentimento (amor), podemos dizer que a mudança do comportamento, pode ser considerada, consciente e inconsciente. Como assim?
A intimidade se constrói devido á frequência do contato, que você tem com o seu parceiro (a) e com o tempo, o acesso a confiança irrestrita de ambos. Construindo assim, o compromisso sentimental e comportamental. Dentre outros sentimentos da construção do amor, mais elementos fazem parte disso, o tempo, a paciência, a vontade e a coragem. 

Concluo também, que são todos elementos abstratos, que compõe o produto final, que é o amor. O sentimento mais poderoso, capaz de alterar nosso comportamento e as mais variadas mudanças em nosso próprio corpo. As mudanças físicas são uma das mudanças orgânicas que nosso comportamento sofre. Os efeitos são quase os mesmos que regem essa mudança, cabelos, alteração de massa corporal, ritmo no batimento cardíaco, arrepios e etc...
As mudanças do comportamento vão além de, alterações emocionais, auto estima ou baixa estima, alegria ou tristeza. A necessidade fisiológica também é algo que o amor participa, a dor da perca desse sentimento, nos leva há sentir medo e coragem ao mesmo tempo. O desejo de estar junto ao indivíduo, a pessoa que se ama, provoca excitação e a necessidade de relação corporal e troca de fluidos entre os indivíduos.
O amor é um sentimento que engloba tudo e todos, tonando fácil a manipulação de outros sentimentos involuntariamente ou voluntariamente. O amor nos leva ter a consciência da necessidade de reagir as expectativas e a criar outras! O amor é a vida e a morte, ele é a saída e a obtenção de outros problemas, é a solução de encontrar a dificuldade ou a mais bela forma de vida simples. O amor é a aceitação de sí mesmo, e o pré-conceito de tudo aquilo que  é considerado ameaça. É a posse daquilo que nunca tivemos, de tudo que a gente tem, é o desapego da matéria e o culto ao abstrato.


Fonte: Internet 


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

O que tem em comum a Policia Federal, Os 10 mandamentos, Harry Potter e Caverna do dragão?

Desde 2003 a Policia Federal tem realizado muitas operações contra o crime organizado e de engraçado isso não tem nada. 

A não ser os nomes que batizam essas operações, como, Caverna de Platão, Lewinsky, Terra Prometida, Ressurreição dos Mortos, Vassourinha, Satiagraha, Drake, Cavalo de Troia, Meduza, Shogun, Orcrim, Matusalém, Fênix, Pandora, Terra prometida, Spectro, etc... 

A primeira operação de 2016 é a 22° fase da Lava Jato e se chama "Triplo X". Agora só falta mesmo chamar o Vin Diesel pra ajudar nas investigações! Ha! não precisa, já temos o japonês da P.F! hahahaha

Saiba mais sobre os mais engraçados nomes das operações no link a baixo!

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_opera%C3%A7%C3%B5es_da_Pol%C3%ADcia_Federal_do_Brasil



''2016 - O ANO QUE O BRASILEIRO SE FODEU DE VERDE E AMARELO"


Zika, Dengue, Chikungunya, Microcefalia, Crise financeira, Lava Jato, Lula, Eduardo Cunha, Eleições e Olimpíadas, etc..

Já dizia minha mãe — ou Darwin, vai saber — "aquilo que começa errado, termina errado". Algo assim, né? Pois bem, 2016 mal deu as caras e já tem gente chorando de saudade de 2015.

São tantos assuntos pendentes no país que a gente até pensa: "Agora vai! Dessa vez será o fim." Spoiler: não vai. Todo problema tem solução, mas por aqui a gente adora fingir que solução é sinônimo de adiamento. E assim, a tão prometida "retomada do crescimento" vai acabar mais parecida com a situação da Grécia — uma eterna promessa que nunca sai do papel.

Temos, pelo menos, 11 desafios de peso para resolver em 2016: Zika, Dengue, Chikungunya, Microcefalia, Crise Financeira, Lava Jato, Lula, Eduardo Cunha, Eleições e o B.O. das Olimpíadas. Conseguiremos desatar todos esses nós em apenas 11 meses? Claro que não! Aqui no Brasil, tudo termina na famosa pizza "meio a meio". Nada é resolvido de fato, e quando é, fica pela metade. Daqui a quatro anos, os mesmos problemas estarão de volta, servindo de combustível pra campanha eleitoral.

Sobre o famoso Aedes aegypti, o mosquitinho satânico, já se sabia desde 1762 do estrago que ele podia causar. Segundo os europeus, ele veio importado nos navios negreiros da África. Bla, bla, bla… E aqui estamos, séculos depois, ainda apanhando dele. Não só não resolvemos o problema como o bichinho evoluiu: agora temos Dengue em cinco sabores, Zika, Chikungunya e a microcefalia, que já existia, mas agora ganhou mais um culpado pra lista.

No resumão: a corrupção gerou uma crise política. Os "donos da confeitaria" brigaram pelo tamanho da fatia, um dedurou o outro e deu no que deu. Pra completar, importamos a crise financeira que só estava lá fora e transformamos na nossa velha conhecida: aquela "sogra chata" que veio pra ficar.

Já o sistema eleitoral do Brasil, esse precisa de reforma pra ontem. Continuar com o modelo atual é garantir que o vício permaneça a cada nova rodada de eleições. Voto distrital e mandatos únicos de cinco anos, sem reeleição, poderiam dar um pouco mais de dignidade ao processo.

Quanto aos eventos internacionais… O fiasco da Copa de 2014 já tinha deixado claro que o país não tinha estrutura pra isso. Outros países recusaram esses eventos no passado por não terem condições financeiras. A gente? Abraçou tudo com entusiasmo cego. Agora, temos a Olimpíada de 2016, que promete ser o grande "Bode na Sala". Aguardem.

E, infelizmente, 2016 vai entrar pra história como um dos piores anos da vida do brasileiro. Se ao menos aprendermos uma coisa, será isso: nunca coloque um "bode na sala". Quando você acha que tá ruim, pode ter certeza: ainda pode piorar. E muito.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

CRISE? QUE NADA. É FOLIA! BRASILEIRO SEM NOÇÃO SAMBA NA MISÉRIA...

BRASILEIRO SEM NOÇÃO VAI ASSISTIR DE CAMAROTE O BLOCO DA MISÉRIA EM 2016!

Mesmo com toda a "desgraça" econômica no país, o brasileiro vai pra rua... Ah, você acha que tá ruim? Que nada! O brasileiro sem noção ainda não viu nem a sombra do furacão que vai passar sambando em 2016. Quando essa folia acabar e todo mundo tiver TORRADO o resto da "rapa do tacho", aí sim, amigo, você vai descobrir o verdadeiro significado de um ano de crise.

O povo mais anfitrião do mundo vai finalmente parar e pensar na "merda" que está fazendo? Duvido. Nossa própria história já deveria ter nos ensinado como se comportar em momentos de crise financeira. Mas, desta vez, a culpa será exclusivamente nossa. Com escândalos políticos pipocando, uma economia capengando e demissões em massa, o que fazemos? Vamos gastar o que não temos na "folia da depressão". Porque, claro, prioridades, né?

Imagino que uma sociedade que já mal respira não precisaria torrar no abstrato. Mas quem se importa? É Carnaval, é tradição, é Nudss! Nosso turismo sexual tá bombando, nunca esteve tão abundante. Vamos beber, beber até secar a última gota! E depois? Depois vem a ressaca. Aí, como sempre, jogamos a culpa inteira no cenário político, porque fazer a lição de casa não é o nosso forte.

"Vem pra rua, vem!" É esse o bordão dos jovens sem noção, não é? Vamos quebrar tudo, cercados por mais um "elefante branco", chamado Olimpíada. Pra quê? Pra chamar a atenção da mídia internacional? Como se precisássemos de mais uma palhaçada pra formar a opinião dos críticos do primeiro mundo. Eles já têm ingressos de camarote pra assistir, mais uma vez, à mutilação da nossa própria sociedade.

E pra fechar com chave de ouro, como diria meu filósofo favorito: "Sabe de nada, inocente". — By Compadre Washington.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

UBER Vs TÁXI - A MAFIA NO DIVÃ?

Porque o revolucionário serviço de transporte particular, chamado UBER, tem ameaçado a categoria dos taxistas? 


Desde 1605, oficialmente, o táxi vem auxiliando a sociedade no transporte rápido e independente! Antes, eram cavalos, burros e outros quadrúpedes que puxavam charretes luxuosas, enfeitadas com adereços atrativos para se destacar na concorrência. Na época, o serviço de charretes de aluguel contava com muitos "mimos" para o cliente: cortinas, interiores perfumados, assentos de couro, camurça, lamparinas e até cantorias pelos guias.

Mas com a chegada dos motores de combustão, os agradáveis animais foram aposentados dessa função. Agora, carros! Grandes, barulhentos, porém, mais rápidos e eficientes. E, até hoje, depois de quase 500 anos de serviço formalizado, a qualidade só piorou.

Com a chegada da tecnologia e a independência intelectual de novos e revolucionários empreendedores, tudo mudou. Mudanças que, claro, trazem descontentamentos e revolta entre as categorias tradicionais e os mandatários pré-históricos! No meio dessa briga, a massa de manobra faz barulho para dar voz a meia dúzia de milionários exploradores.

Nos últimos meses, uma empresa americana criou um aplicativo chamado UBER, que permite a qualquer pessoa atuar no ramo de transporte particular. Basta ter um carro preto, uma carteira de habilitação profissional e se cadastrar no aplicativo. Pronto! Você leva 100% da sua renda e do seu suor. Claro, o aplicativo também ganha com isso, mas, se você queria ser taxista, não precisa mais ser escravizado.

"A profissão de taxista na maioria das cidades do mundo não exige formação. É baseada em um sistema mercantil, em que o sujeito TEM táxi, mas não é, de fato, TAXISTA. Em cidades como Rio de Janeiro, 70% dos táxis são alugados e, em Nova Iorque, 90%. Isso é um sistema desumano." (Fonte: Wikipédia. Movimento Taxistas Livres / Ordem dos Taxistas do Brasil)

Sindicatos e lideranças "reguladoras" da categoria praticamente extinguiram novas oportunidades dentro do setor. As vagas que deveriam ser direitos distribuídos entre trabalhadores foram repartidas e loteadas entre a "panela" das organizações. O trabalhador que quer ser dono de seu próprio táxi tem que desembolsar uma fortuna. Dependendo do local, como em "praças" disputadas, ele pode gastar mais de 1 milhão de reais. Aeroportos, rodoviárias, hotéis, shoppings, etc., são os pontos mais concorridos.

Aplicativos e outras tecnologias como o UBER facilitam a vida do empresário, mas também abrem oportunidades para homens de coragem se rebelarem contra sistemas exclusivistas.

Power to the people!